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 À Flor da Pele - Capítulo 2

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AutorMensagem
matheusjcesario

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Idade : 25
Cidade : Cataguases

MensagemAssunto: À Flor da Pele - Capítulo 2   02.05.13 21:20

Cena 1 - Centro do Rio de Janeiro / Noite / Externa
(Continuação capítulo anterior.)

Ricardo - Vamo lá todo mundo me passa tudo, bolsa, relógio, celular, tudo.
Ele pega aos poucos os pertences . No fundo do ônibus tem uma menino com a mãe.
Criança 1 - Mãe, to com medo.
Mãe - Calma, fica aqui. Não olha.
Ricardo escuta e vai tirar satisfações.
Ricardo - O que que mamãe ta falando ai? Olha sim menino, isso aqui é a nossa realidade, vai se acostumando.
A mulher tapa o olho do filho e Ricardo aponta a arma para o rosto dela.
Ricardo - E se eu tampar o seu olho com isso aqui? O que acontece?
Ricardo ainda com a arma apontada para o rosto da mulher.
Ricardo - Segue moto. Hoje vamo ver muito sangue.
Ricarco ainda continua com a arma apontana da direção do nariz da mulher.
Passageiro 1 - Calma moço, fica calma. O senhor ta fugindo de quem?
Ricardo - Da sua mãe, aqule piranha. Cala a boca.
O motorista diminui a velocidade para parar em um sinal de trânsito.
Ricardo - Se parar morre. A cada vez que diminuir a velocidade um vai morrer. Acelera
Ricardo grita com o motorista e ele acelera. O ônibus passa direto pelo sinal e quase bate em outro carro.
Ricardo - Sua sorte que não ta no horário de pico em moto.
A mulher tenta sair da mira do revolver.
Ricardo - Fica quieta
Um carro de polícia começa a seguir o ônibus. Um dos passageiros coloca o corpo para fora da janela.
Passageiro 2 - Socorro. Fomos sequestrados. Ajuda aqui.
Ricardo - Cala a boca.
Ricardo da um tiro para frente e quebra o vidro do ônibus.
Ricardo - Dessa vez foi no vidro, mas na próxima vai ser na cabeça.

Cena 2 - Barra da Tijuca / Noite / Mansão Alcântara Buarque/ Copa / Interna

Vitória chega em casa e encontra os pais brigando.
Juliana - Você só pensa no seu trabalho, não da a mínima para a sua família, para a nossa casa.
Alberto - Eu só posso pensar em trabalho sim. Se eu parar de pensar em trabalho como você vai pensar em dinheiro, casa bonita e grande, compras e shopping?
Juliana - Para com isso Alberto. Mentira.
Vitória chega sorrateira e vai subindo as escadas sem que ninguem visse. Quando ela está no alto das escadas Juliana grita por ela.
Juliana - Vitória! Volta aqui. Me defenda do seu pai.
Alberto - Para com isso Juliana. Tudo o que acontece nessa casa você coloca a Vitória no meio, deixa a menina de lado.
Vitória - Isso ai pai. me deixe fora dessa história.
Vitória continua subindo as escada. Juliana vai atrás.
Alberto - Volta aqui Juliana.
Juliana vai atrás de Vitória, a garota entra no quarto e fecha a porta. Juliana da de cara e começa a beter.
Juliana - Abre Vitória. Abre.
Vitória - Passa amanhã.
Juliana - Abre Vitória. Por favor me tira dessa.
Alberto aparece.
Alberto - me escuta juliana.
O celular de Alberto toca.
Juliana - Sabia. É sempre assim, pelo menos uma vez veio a meu favor.
Alberto - Não faz drama.
Alberto atende o telefone.
Alberto - Pronto. (pausa) Sim, pode deixar já vou. (pausa) Aproveita e elabora a planilha do preço do barril do petróleo dos últimos seis meses, vou elaborar uma proposta nova.
Alberto vai saindo. desce as escadas.
Juliana - Alberto. (pausa, espera ele apontar no pé da escada) Te amo amor.
Alberto não dá a mínima e sai andando como se nada tivesse acontecido. Juliana começa a sorrir.

Cena 3 - Bairro Pechincha/Casa da família Tedesco/ Noite/ Interna.

Jandira e Taís estão descendo as escada.
Jandira - Depois você pega minha mala que vou preparar o de hoje.
Taís - Ih, sei não em vó.
Jandira - Larga de ser boba e pega minha mala, traz aqui na sala que vou pegar os objetos.
Jandira senta no sofá e Taís vai buscar a mala.
Jandira - Anda logo.
Taís vem com uma mala vermelha de rodinhas. Ela abre e tira um objeto que não conseguimos ver.
Jandira - Eita que hoje vamo lucrar.

Cena 4 - Rua/ Local qualquer/ Noite/ Externa

Um ônibus passa e atrás vamos ver uma senhora sentada no chão com um óculos escuro e uma bengala. Aos poucos vamos ver que essa senhora é a dona jandira.
Jandira - Me ajuda, por favor, me da um trocado.
As pessoas vão passando. Alguns dão moedas e outros nem olham.
Jandira - Moça me da vinte e cinco centavos pra eu comprar um litro de leite.
Uma mulher para
Mulher 1 - Um litro de leite por vinte e cinco centavos? Onde tem isso Dona? Me fala que compro 5 litros pra senhora e dez pra mim.
Jandira - Pão dura.
Mulher 1 - Pão dura por que? Num falei que num vô te dar o dinheiro.
Jandira - Se num fosse pão dura num comprava só 5 litros pra mim e 10 pro cê. fazia o contrário.
Mulher 1 - Ah. Vá te catar.
A mulher sai e Jandira abaixa os óculos. Ela se levanda e da uma banana pra mulher. Um ônibus passa e nele está Ricardo com uma arma apontada para o motorista. Atrás passam dois carros de polícia. Jandira se esconde atrás de uma pilastra.

Cena 5 - Noite/ Local Ermo/ Ônibus/ Interna/ Externa

Ricardo está com a arma apontado para o motorista.
Ricardo - Segue reto e dispista a polícia.
Uma Criança começa a chorar.
Ricardo - Cala a boca.
Silêncio. Só vamos ouvir a sirene e o barulho dos pneus, aos poucos a sirene vai ficando cada vêz mais longe.
Ricardo - Para o ônibus e desce todo mundo.
O motorista para e aos poucos os passageiros vão descendo.
Ricardo - Anda, rápido, passa passa.
Uma senhora para diante de Ricardo
Senhora - Muito obrigado meu filho. muito obrigado por não me machucar.
Ricardo - Foi nada não dona. Agora vai, vai.
Todos saíram do ônibus, Ricardo sobe e acelera. Quando toma uma certa distancia ele dá um cavalinho de pau e o ônibus tomba. A gasolina começa a vazar. Ricardo tenta sair mas não consegue. O cinto está agarrado.
Ricardo - Merda.
Neste momento todos os passageiros já estão correndo para bem longe. Ricardo continua tentando sair e a gasolina vai vazando.
Ricardo - merdaaaaaaa.
Ricardo finalmente solta o cinto. A sirene vai se aproximando.Jjá é possível ver as luzes. Ricardo desce do ônibus e procura pela arma.
Ricardo - Cadê essa arma?
Sem escolha, ele pega uma barra de ferro que está jogada no chão.
Ricardo - Vamo bota pra ferver.
Ricardo bate o ferro no chão e uma faisca muito pequena sai e nada acontece. Em câmera lenta Ricardo faz o movimento com a barra de ferro para trás e volta com força batendo no chão. Uma grande faísca sai e a gasolina pega fogo. Ele sai correndo para o meio do mato e o ônibus explode. A polícia chega e chama os bombeiros. O policial Gregório desce de um dos carros e começa a investigar.
Gregório - Vamos espalhar, procurem provas.
Os policiais se espalham. Ricardo já está longe.

Cena 6 - Bonsucesso/ Início da manhã/ Externa

Pacífico está chegando em casa com duas crianças.
Pacífico - Vamo lá, todo mundo subindo, toma banho e dorme.
Ricardo está escondido atrás de uma caçamba de lixo.
Ricardo - Ei, Pacífico, vem cá.
Pacífico procura quem está chamando.
Ricardo - Aqui, ou aqui.
Pacífico vê ricardo.
Pacífico - Que isso rapaz, conseguiu fugir, Ih beleza em vamo lá.
Ricardo - Não posso não, aqui é o primeiro lugar que vão me procurar, fugie de Bangu e explodi um ônibus hahahaha
Pacífico - Criei bem, fala verdade em. hahah
Os dois riem
Ricardo - Me arruma umas roupas ai. Vou esperar aqui.
Pacífico sai e sobe o prédio. um carro de polícia passa e Ricardo se esconde. Pacífico volta com uma sacola plástica preta.
Pacífico - Ta ai, coloquei duas mudas de roupa. Se precisar aparece ai de novo.
Ricardo - Faz cabaninha ai vei. Vou trocar aqui mesmo.
Pacífico - Façço, mas esconde esses negócios seus ai.
Ricardo troca de roupa e sai.
Pacífico - Ricardo.
Ricardo - Fala ai.
Pacífico - Volta em.
Ricardo sai correndo. e em flashs vamos ver ele correndo até chegar na avenida Brasil. Ali ele demora mas consegue atravessar a estrada.

Cena 7 - Dia/ Local Ermo/ Externa

Os policiais continuam procurando provas. Gregório está dentro do carro quando um dos policiais dá alerta de que encontrou alguma coisa.
Policial - Senhor, aqui, encontrei uma arma.
Gregório - Cuidado, pega som o plástico, vamos tirar as digitais.
Gregório chega perto e pega a rma no plástico.
Gregório - Agora sim, te peguei.

Fim do segundo capítulo

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