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 Palavra de Honra || Capítulo 10

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Alencar Tognon
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Idade : 22
Cidade : ...

MensagemAssunto: Palavra de Honra || Capítulo 10   24.05.13 15:59

Palavra de Honra


CENA 1
Wulísses impaciente fazendo círculos em sua sala, é surpreendido com a entrada de Alberico.
ALBERICO: Você não vai acreditar, senhor.
WULÍSSES: Fale logo, Alberico!
ALBERICO: Carmélia Lozano é mais esperta do que pensamos.
WULÍSSES: O que essa desgraçada tem haver com aquele fedelho?
ALBERICO: Carmélia não iria partir sem deixar de algum jeito algo para lhe afetar, senhor. E portanto, ela deixou um filho...
WULÍSSES: O quê!? Esse Renée é filh/
ALBERICO: Sim, Carmélia Lozano está de volta!


CENA 2 – Continuação imediata da cena anterior
Wulísses senta sem reação.
WULÍSSES: Eu que fui idiota de ignorar todo o potencial de Carmélia.
ALBERICO: O senhor sempre soube, Carmélia Lozano nunca foi trouxa, tanto que até mesmo depois de sua morte, não parou!
WULÍSSES: - respirando fundo – Mais obstáculos estão por vir, Alberico. Mas, se ela pensa que vai conseguir vencer de mim, está totalmente enganada!


CENA 3 – Continuação da cena 7 CAPÍTULO 9 –
Renée não sabia responder absolutamente nada à Emanuelle. Aquela notícia teria pego de surpresa.
EMANUELLE: Não vai dizer nada? Pensei que diria o mesmo.
RENÉE: Me desculpe, Emanuelle, mas../
EMANUELLE: - começa a chorar – Sim, eu sei, você quer dizer que sou uma menina maluca, não sou digna de acordo com essa sociedade! /
RENÉE: Pare, não chore, Emanuelle. Eu admiro muito a pessoa que você é, mas não tem como dizer o que realmente quero, é complicado, é difícil./
EMANUELLE: Eu já entendi! Não precisa dizer mais nada... Então o que esta fazendo aqui? Veio fazer o que em minha casa?
RENÉE: - pega em suas mãos – Vim te agradecer, por tudo.
EMANUELLE: - o ignorando – Saia daqui! Não quero te ver nunca mais!
Renée, obedece Emanuelle, o psicológico dela não estaria preparado para a explicação de tudo, e também nem deveria explicar. Só tinha a ciência que teria que reconciliar com ela, Emanuelle seria uma bela arma contra Wulísses Borges.


CENA 4
Lívia pela janela de seu quarto conseguira ver Emanuelle conversando com Renée. Eles já se conheciam! Mas de onde? O que eles estariam conversando?
Os pensamentos de Lívia são interrompidos com a chegada de Wulísses.
WULÍSSES: Óh, minha querida... Sempre sozinha. Seu marido não nada te dando a devida atenção, não é mesmo?
LÍVIA: - desviando das carícias de seu marido – Eu entendo suas preocupações de seus negócios. Não se preocupe.
Wulísses pega Lívia pelo braço e logo se ajoelha olhando no fundo de seus olhos.
WULÍSSES: Me prometa uma coisa, Lívia.
Percebendo que Lívia ficou calada para ouvi-lo, prosseguiu:
WULÍSSES: Me prometa que sempre terá em mente que ‘Eu te Amo’ e que nunca quero vê-la mal.
LÍVIA – estranhando o comportamento de Wulísses – Por que esta dizendo isso, Wulísses?
WULÍSSES: Se eu fiz ou fizer algo de mal, foi para ver ‘Você’ bem... Minha vida é Você!
LÍVIA: Por favor, pare, Wulísses! Você esta ficando louco... Vou deixar você sozinho aqui, vê se descansa e tenta se acalmar, tanto trabalho esta te deixando mal.
Lívia se retira, e Wulísses fica só, pensativo: “Vou ter que dar um jeito de deixar Renée bem distante de nossa família”.


CENA 5
Wulísses, decidido e disposto a se livrar de Renée, faz uma ligação com as mãos trêmulas. Ainda emocionado com a conversa de Lívia.
WULÍSSES: Uma denúncia. Um indivíduo do Uruguai esta no Brasil, ilegalmente, e ainda vai trabalhar contra o sistema militar, o capturem o quanto antes para o bem do país...


CENA 6
Sérgio Alcântara, bebia uma famosa bebida dos anos 70, já estava na 14ª garrafa. Há tempos que ninguém sequer o via, depois do acontecido de tantos anos atrás – assassinato de sua filha, Belinha Alcântara - a depressão o pegou de modo mais traiçoeiro.
Sob luminosidade apenas de uma vela. Chorava compulsivamente.
Foi em um picar de olhos que decidiu abrir a janela que dava acesso a vista da praça ao calçadão de Copacabana. Seus olhos forçaram-se de uma maneira que nunca ninguém poderia sentir. Há tentos não viu uma luz daquelas. Finamente estava de volta.
E assim, Sérgio recordou-se de um momento mágico que teve com sua filha.
---- Os dois corriam em um bosque lindo, eram como carne e unha. Belinha repetia diversas vezes “Te amo, papai” e ele respondia a mesma coisa. Depois do falecimento de Elizabeth, os dois encontraram no carinho e afeto um suporte para aguentar a dor da ausência da mãe de família. Porém, tudo aquilo se destruíra quando Belinha tocava no assunto de política. Aquilo deixava Sérgio ao stress. “Saia disso, papai, você não precisa disso” ----
A cabeça de Sérgio começa a doer. Relembrar aqueles momentos era muito dolorido para seu coração.
SÉRGIO: Como fui idiota, minha filha tinha toda razão... Pena que foi tarde demais.
Uma lágrima escorre de seu rosto. E logo uma pequena reflexão o fez agir melhor:
SÉRGIO: Talvez ainda há tempo de se fazer algo...
Sérgio sai de sua casa, antes beija o quadro que obtinha o retrato de Belinha, dizendo: “Eu te amo, filha, o pai que você sempre quis, voltou!”


CENA 7
Renée caminhava pela principal avenida do Rio de Janeiro ‘Avenida Brasil’, tranquilamente, quando percebe que militares o vieram perseguir. Como me descobriram!?
Renée sem pensar duas vezes, começa correr, a probabilidade de escapar era quase impossível, mas não poderia deixar de tentar.
Tiros rolaram, mas por sorte nada o afetou.

** Na medida em que Renée corre dos militares, pequenas cenas similares (continuação da cena 1 do primeiro capítulo, onde Karina corria com o carro para escapar dos Sargentos) aconteciam.
Renée tenta despistar ao máximo os militares. Por breve, ambos não estavam tão preparados com os armamentos necessários, a denúncia de Wulísses foi pega de surpresa, e também, ninguém em sã consciência tentaria fugir dos militares, desafiando a autoridade do país, como aquele sujeito.

- Interligação - Ano de 2045.
*Karina corria de carro, e por azar os sargentos estavam a centímetros de seu carro.
KARINA: - pequeno riso- Vocês não perdem por esperar!
Logo na chegada da capital, Brasília, o carro de Karina segue reto em plena curva, despencando barranco a baixo.
Os sargentos freiam imediatamente o carro. “O que houve? Essa maldita se matou!?”

-Volta-
Renée já exausto, subindo uma escada que dava acesso à um enorme painel, cujo outro lado estaria todas as afiações de eletricidade da cidade.
MILITAR: O que esse louco vai fazer lá em cima?
E lá, Renée em uma altura que de baixo o via como um boneco de 8 centímetros, grita: “Eu sou o POVO!!!”
Os militares nem se arriscavam a subir aquilo. O Risco era enorme, e logo ele iria descer, não era possível! E desceu, mas de uma maneira inesperada. O corpo cai sobre todas as afiações de eletricidade. O susto dos militares era inevitável.
Enquanto pequenos curtos iriam ao ar, flash’s do carro de Karina totalmente estraçalhado morro abaixo iam surgindo.
Seria o fim dos dois combatentes do sistema político de épocas totalmente diferentes?


NO PRÓXIMO CAPÍTULO
Será que Renée realmente morreu?
Uma revelação do assassinato de Belinha Alcântara está por vir!
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lipefsillva

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Idade : 27
Cidade : Campinas

MensagemAssunto: Re: Palavra de Honra || Capítulo 10   25.05.13 19:49

Nossa que historia legal, Parabéns Alencar, muito criativa sua web, e bastante envolvente. Achei bem legal esse finalzinho do capítulo, essa dobradinha futuro e presente. Mas acho que você deveria mostrar um pouquinho mais nessa cena do futuro.
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Alencar Tognon
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Idade : 22
Cidade : ...

MensagemAssunto: Re: Palavra de Honra || Capítulo 10   25.05.13 22:03

Olá! Fico muito feliz que tenha me dado esse feedback de como esta sendo minha web.
Então, as cenas do futuro iriam continuar apenas quando a Web mudaria de fase, todavia com o pedido de vocês, algumas cenas surgirão para continuar essa cena a partir desse capítulo...
Vou tentar fazer essa interligação o máximo que puder em todos os capítulos de modo que não prejudique os acontecimentos futuros da trama.

Muito Obrigado, e conto com seus comentários nos próximos capítulos...
Abraços! ;-))
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MensagemAssunto: Re: Palavra de Honra || Capítulo 10   

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