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 Palavra de Honra || Capítulo 11

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Alencar Tognon
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Idade : 22
Cidade : ...

MensagemAssunto: Palavra de Honra || Capítulo 11   25.05.13 21:51

Palavra de Honra


CENA 1
Renée caminhava pela principal avenida do Rio de Janeiro ‘Avenida Brasil’, tranquilamente, quando percebe que militares o vieram perseguir. Como me descobriram!?
Renée sem pensar duas vezes, começa correr, a probabilidade de escapar era quase impossível, mas não poderia deixar de tentar.
Tiros rolaram, mas por sorte nada o afetou.

Na medida em que Renée corre dos militares, pequenas cenas similares (continuação da cena 1 do primeiro capítulo, onde Karina corria com o carro para escapar dos Sargentos) aconteciam.
Renée tenta despistar ao máximo os militares. Por breve, ambos não estavam tão preparados com os armamentos necessários, a denúncia de Wulísses foi pega de surpresa, e também, ninguém em sã consciência tentaria fugir dos militares, desafiando a autoridade do país, como aquele sujeito.

- Interligação - Ano de 2045.
*Karina corria de carro, e por azar os sargentos estavam a centímetros de seu carro.
KARINA: - pequeno riso- Vocês não perdem por esperar!
Logo na chegada da capital, Brasília, o carro de Karina segue reto em plena curva, despencando barranco a baixo.
Os sargentos freiam imediatamente o carro. “O que houve? Essa maldita se matou!?”

-Volta-
Renée já exausto, subindo uma escada que dava acesso à um enorme painel, cujo outro lado estaria todas as afiações de eletricidade da cidade.
MILITAR: O que esse louco vai fazer lá em cima?
E lá, Renée em uma altura que de baixo o via como um boneco de 8 centímetros, grita: “Eu sou o POVO!!!”
Os militares nem se arriscavam a subir aquilo. O Risco era enorme, e logo ele iria descer, não era possível! E desceu, mas de uma maneira inesperada. O corpo cai sobre todas as afiações de eletricidade. O susto dos militares era inevitável.
Enquanto pequenos curtos iriam ao ar, flash’s do carro de Karina totalmente estraçalhado morro abaixo iam surgindo.
Seria o fim dos dois combatentes do sistema político de épocas totalmente diferentes?


CENA 2 – Continuação imediata da cena anterior
Os militares que se conformaram com a morte de Renée, se dão por satisfeitos. “Um a menos”
O que eles nem sequer desconfiaram é que Renée estava são e salvo pendurado em um dos ferros que se seguiam para baixo. O risco era grande de ele acabar caindo, mas em contrapartida seria sua grande salvação. E realmente foi... Porém:
RENÉE: Eu não tive outra escolha, meu caro.
Renée olhou para baixo o corpo que acabara de ser eletrocutado em seu lugar.
Renée sabia que lá vários dependentes químicos se escondiam para ingerir suas drogas. Aquele lugar, pois ninguém era louco o suficiente de chegar até lá devido o risco de vida que teriam. Ou seja, estavam ilesos dos militares.
Renée relembra de como foi exatamente que ocorreu:


CENA 3 – lembrança de Renée (continuação da cena anterior)
Renée corria para escapar dos militares, e assim, decide subir aquele imenso painel. Das duas uma: Ou se livraria definitivamente dos militares simulando sua morte, ou ficaria por lá durante muito tempo, pois ninguém se arriscaria em subir até lá para captura-lo.
Uma vez lá em cima, encontra um jovem depressivo. Naquele lugar, a droga era encontrada com facilidade, os jovens que frequentavam aquele lugar geralmente deixavam por lá algumas reservas.
O Jovem Totalmente dopado de tanta droga que ingeriu, chorava por falta de apoio de seus familiares. E simples troca de palavras, fez o jovem se jogar lá de cima.
JOVEM DOPADO: Ninguém me ama! Essa vida não vale a pena!
RENÉE: Sim, não vale a pena viver! Ainda mais quando não compreendem gostos tão diferentes como o seu, não é verdade?
JOVEM DOPADO: Ninguém nunca me entendeu... Quem sabe assim, me entendam!
RENÉE: Pode ter certeza que um dia irão te entender.
JOVEM: Quem sabe essa minha morte valha para alguma coisa.
E assim o jovem se joga. E Renée presenciando toda aquela cena, responde a ele, com certo grau de satisfação.
RENÉE: E Valeu, com certeza!


- INTERLIGAÇÃO 2045.
Karina teria passado por um túnel em plena entrada de Brasília, da qual em pequenos instantes, troca seu lugar com outra mulher.
MULHER: O que estou fazendo é uma loucura, Karina!
KARINA: Acredite em mim, Luana. É por uma boa causa!
LUANA: É minha vida!
KARINA: Sua vida, por milhões de vida... Vai valer a pena.
Embora insegura, Luana entra no carro e acelera conforme o combinado com Karina.
Logo foi possível perceber o camburão do sargento correndo o mais rápido possível com mais e mais tiros sobre aquele carro. Eles nem perceberam, mas a pessoa que estava dentro do carro que capotou barranco a baixo, era Luana e não Karina. Plano perfeito! Agora ela poderia seguir para o congresso tranquilamente e realizar toda sua tarefa.


CENA 4
Emanuelle chorava em seu quarto, descontrolada. Lívia bate na porta em vão. Emanuelle em seus momentos de crise tornava-se insociável.
Era evidente e um segredo particular, mas em seus momentos difícil somente um local a acalmava. O painel de eletricidade.
Emanuelle sai pelas janelas do quarto para que ninguém desconfie. E vai a rumo para aquele lugar perigoso, mal imaginando que o motivo de suas tristezas se encontrava exatamente lá.


CENA 5
Renée por precaução ficaria por lá durante horas até toda a poeira abaixar. E assim, finalmente estaria livre! Livre para agir contra Wulísses e finalmente limpar a memória de Hugo Leal, ou seja, colocar o verdadeiro criminoso atrás das grades. A quem acredita que seja, Wulísses Borges.
E logo se depara com uma figura que nunca imaginaria aparecer aquele momento. Sim, Emanuelle Borges.
EMANUELLE: Você, aqui!?
RENÉE: - gaguejando – E/ Emanuelle!


CENA 6
Sérgio Alcântara adentra a mansão Borges sem escrúpulos. Lívia o vê chamando pelo nome de: “Wulísses Borges” e estranha que depois de tanto tempo e com o fim da política dos mesmos ele tenha voltado a procura dele.
Lívia prefere ficar espiando sem que ele veja sua figura.
Alberico as pressas vai chamar Wulísses que furioso entra na sala tentando fazer Sérgio parar de gritar.
WULÍSSES: Sérgio, vamos conversar em outro lugar!
SÉRGIO: Eu estou descontrolado, agora me caiu a ficha! Eu preciso de justiça, Wulísses;
WULÍSSES: Sabia que um dia isso iria acontecer. Por favor, se acalme.
SÉRGIO: Não! Não me acalmo! Eu quero que de alguma maneira a justiça seja feita, e eu mereço pagar por isso... EU E VOCÊ!
WULÍSSES: O que eu tenho haver com isso??
SÉRGIO: Não se faça de sínico, Wulísses! ... Bem como EU e bem como VOCÊ somos culpados pela morte de minha filha, Belinha Alcântara!
Lívia se choca. Seu marido, e o próprio pai de Belinha supostamente seriam culpados da morte de Belinha. É isso mesmo!?


NO PRÓXIMO CAPÍTULO
O que será que Wulísses e o próprio pai de Belinha tem haver com a morte dela?
Renée pede ajuda para Emanuelle para poder se esconder.

Não perca mais emoções e mais revelações no próximo capítulo de Palavra de Honra.
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