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 Maria Madalena || Capítulo 45

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Vinícios
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Idade : 28
Cidade : Americana

MensagemAssunto: Maria Madalena || Capítulo 45   29.11.13 21:34


Maria Madalena - Capítulo 045

Hospital São Lourenço. De tarde.
Maria Madalena e Lucas entram na sala de espera e Maria Madalena vai direto onde Anita e Beto estão sentados.
MADALENA: Alguma noticia?
ANITA: Ainda não!
BETO: E você como está? Tudo bem?
MADALENA: To sim! – disse se sentando ao lado de Anita.
Vinícius entra na sala de espera.
VINÍCIUS: Maria! Anita! – disse se aproximando delas.
MADALENA: Vinicius? – ela estranha ele está ali.
LUCAS: Outro? – fala baixinho.
MADALENA: Doutor! – disse se levantando assustada ao vê o Dr. Mário entrando na sala de espera.
Ela caminha e encontra com o medico no meio do caminho.
MADALENA: Meu filho doutor?
Lucas, Beto, Anita e Vinicius se aproximam do medico também.
MÁRIO: Aparente deu tudo certo, mas foi uma cirurgia difícil, tivemos varias complicações. O estado dele era muito grave, muitas fraturas, muitas hemorragia.
MADALENA: Fala logo doutor, como está meu filho?
MÁRIO: Ele está em coma.
MADALENA: Não! – disse se abaixando e ficando de cócoras.
LUCAS: Madá está tudo bem – disse se abaixando também. - Ele vai sai dessa.
Lucas a ajuda a levantar.
LUCAS: E agora Doutor, o que vai acontecer?
MÁRIO: Vamos monitora-lo por essa noite e vermos como ele vai reagir. Mais estamos confiante de que ele deve acorda pela manhã.
LUCAS: Viu Madá, se Deus quiser amanhã ele estará bem não é Doutor.
MARIO: Sim, se ele acorda pela manhã como esperamos, tudo indica que ele vai ficar bem sem nenhuma sequela.
LUCAS: Você está ouvindo, o Doutor está bem confiante. Você também precisa ficar, você tem que ficar forte pelo seu filho. Você confia no doutor não é.
Maria Madalena acena que sim com a cabeça, é o máximo que ela consegue fazer nesse momento.
LUCAS: E podemos ver o Léo.
MARIO: Daqui a pouco, ele está sendo transferido para a UTI. Depois que estiver tudo certo vou pedir para que um enfermeiro os acompanhe para vê-lo. Mas só uma pessoa vai poder entrar, duas porque vou permitir que alguém a acompanhe devido ao estado dela. – Disse se referindo ao estado de Maria Madalena que parecia péssima. 
LUCAS: Obrigado Doutor.
...


Cemitério. De tarde.
Barbara caminha por entre os túmulos toda vestida de preto, carregando uma taça e uma garrafa de champagne.
Ela para ao lado de um túmulo de mármore e se senta em cima dele. Se vira e olha para o nome gravado na lapide.
“JOÃO DE ANDRADE BARRETO”
BARBARA: Oi meu querido marido!
Ela abre a garrafa de champagne e enche sua taça. Bebe um gole e para.
BARBARA: Ah! Que mal educada que estou sendo. Você quer um pouco – disse virando a garrafa e derramando um pouco de champagne em cima do túmulo.
...


Hospital São Lourenço. De tarde.
ENFERMEIRA: Se a senhora puder me acompanhar vou leva-la para vê o seu filho.
MADALENA: Claro! Obrigada!
ENFERMEIRA: O Dr. Mário avisou que autorizou que mais alguém entrasse no quarto com a senhora. Quem que vai acompanha-la.
LUCAS: Eu vou!
BETO: Eu! – disse junto com Lucas.
MADALENA: A Anita – disse se virando para olhar para ela – Você me acompanha né.
ANITA: Acho melhor que o Lucas vá, o Léo é irmão dele. Acho que ele tem mais direito.
Beto tenta dizer algo mais Anita segura em seu braço e balança a cabeça em negativa, dando sinal para ele ficar quieto.
...


Apartamento Ester. De tarde.
Ester abre a porta do apartamento e Júlio entra.
ESTER: Onde você se meteu hoje. Te liguei varias vezes hoje.
JÚLIO: Não estava me sentido muito bem, e fui da uma volta.
ESTER: O que aconteceu?
JÚLIO: Ester eu não posso mais te ajudar. Eu preciso ir embora, não posso mais continuar naquela casa.
ESTER: Como assim? O que aconteceu?
Júlio não responde.
ESTER: Fala!
JÚLIO: Nada eu só não aguento mais continuar naquela casa.
...


Hospital São Lourenço. De tarde.
BETO: Porque você me impediu de ir com ela. – disse se sentando.
ANITA: Beto esse é um momento deles, que eles têm que passar juntos. Por mais amigos que sejamos deles, ele precisão desse momento, de ficar sozinho.
BETO: Mas eu...
ANITA: Eu sei dos seus sentimentos, eu sei que você que está lá por ela, por ampara-la. Mas pode ter certeza que ela vai levar muito mais em conta você está entendendo esse momento dela e está apoiado-a sem questionamento ou cobrança.
BETO: É você tem razão.
...


Apartamento Ester. De tarde.
ESTER: Você não pede desistir agora! Você prometeu me ajudar.
JÚLIO: Eu sei, mas eu não posso, não posso mais.
Ester tira a carta do pai do bolso.
ESTER: Você jurou na frete do túmulo do meu pai, que me ajudaria na vingança.
JÚLIO: Vou estava lendo essa carta de novo – disse pegando a carta da mão dela. – Ela não te faz bem, só te deixa amargurada.
ESTER: Me devolva! – disse tentando pegar a carta de volta, mas não consegue. – Ela só me faz lembrar dos meus objetivos. Meu pai se matou depois que escreveu essa carta. E a culpa é daquela família, a empresa deles destruiu tudo o que o meu pai tinha, o deixou sem nada, sem empresa, sem casa, sem dinheiro, sem esperanças.
Ela começa a chorar e Júlio a abraça.
...


Hospital São Lourenço. De tarde.
Lucas e Maria Madalena entram na UTI. Vestindo um avental de medico descartável. Eles se aproximam da cama onde Léo está deitado, ligado a vários aparelhos devido ao seu estado de coma.
MADALENA: Meu filho! - Disse pegando na mão dele.
Lucas fica do lado de Mira Madalena e põe a mão sobre seu a mão dela.
LUCAS: Ele vai ficar bem, ele é um garoto muito forte.
MADALENA: Eu sei.
Ela chora emocionada ao vê seu filho ali deitado naquela cama, naquele estado.
LUCAS: Estou aqui com você Madá – disse abraçando-a. – Você não está sozinha nessa. Eu estou aqui com você.
...


Apartamento Ester. De tarde.
JÚLIO: Eu sei como foi difícil pra você quando sei pai morreu.
ESTER: Eu tinha só 10 anos.
JÚLIO: Eu sei.
ESTER: Foi horrível chegar em casa depois da escola e encontrar meu pai ali morto, no quintal da casa, pendurado em uma árvore por uma corda no pescoço. Foi a cena mais terrível da minha vida – disse chorando rever suas lembranças.
JÚLIO: Eu sei como lembrar disse é doloroso pra você, por isso não gosto que você fique lendo essa carta e revivendo essas lembranças.
ESTER: Essa carta foi a única coisa que me restou do meu pai. Ele estava segurando na mão, pendurado lá na árvore.
JÚLIO: Eu sei de tudo isso, sei o quanto isso é importante pra você, mas ao mesmo tempo te faz mal.
ESTER: Por causa do João Barreto eu fiquei sozinha no mundo, fui para em um abrigo para jovens, só eu sei p que eu passei.
JÚLIO: Mas você não está mais sozinha - disse abraçando-a forte.
ESTER: Eu sei. Minha vida só mudou quando te conheci. – ela o beija.
...


Cemitério. De tarde.
Barbara está deitada em cima do túmulo do falecido marido segurando a taça quase cheia de champagne. A garrafa de champagne vira em cima do túmulo.
Ela começa a ri bem alto, um pouco bêbada, e se levanta.
BARBARA: Você gostou do que eu fiz com o seu bastardinho? – continua rindo.
Ele volta a beber o champagne da taça, vira até beber todo e champagne.
BARBARA: Você achou mesmo que eu ia deixar você entregar meu dinheiro para ele e sua amante! Pois pensou errado.
Ela joga a taça no lapide, mas a taça não quebra, fazendo Barbara gritar furiosa.
BARBARA: Como está o lugar pra onde eu te mandei. – ele ri. Shii! – disse ponde o dedo em frete a boca. – Ninguém pode saber disso. É um segredinho só nosso.
Ele volta a ri, dessa vez ainda mais alto. Fica tão empolgada que acaba caído sentada no túmulo.
BARBARA: Me larga! – disse tentando se levantar. - Você está morto. Me larga!
Ela se levanta pera a garrafa de champagne e a vira na boca, mas a garrafa está vazia.
BARBARA: Você não vai me levar junto de você...
Ela ri e sobe em cima do túmulo de mármore.
BARBARA: Você achou mesmo que eu não sabia de sua amante e deu bastardinho. Eu sempre sei de tudo!
Ela começa a dançar em cima do túmulo ao som de uma musica imaginaria.
BARBARA: Não se preocupe você não vai ficar sozinho. Se Deus quiser eu também consegui mandar seu bastardinho pro inferno para te fazer companhia.
...


Apartamento Eduarda/Guilherme. De tarde.
Gabriel e Guilherme saem da cozinha e vão para a sala.
GUILHERME: Muito obrigado por sua ajuda. Não sei se teria conseguido sozinho montar todas as prateleiras.
GABRIEL: Imagina, precisando é só falar ok.
GUILHERME: Pode contar comigo se precisar de alguma coisa.
Guilherme abre a porta para Gabriel sair e depois fecha a porta.
Eduarda, que estava escondida no corredor de acesso ao quarto ouvindo a conversa caminha para perto do amigo.
GUILHERME: Ótimo cara nosso vizinho.
EDUARDA: Ainda bem né.
GUILHERME: Ah! Você sabia que é um artista?
EDUARDA: Artista é?
GUILHERME: Pois é, ele pinta e escreve livros, e nos tempo vagos tira fotos também. Acho que vocês vão se dá muito bem. Vão tem bastante assunto para conversar.
Eduarda se senta em uma cadeira.
GUILHERME: Eu falei pra ele que você estudou artes plásticas na Itália e ele falou que depois vai passar uns contatos de algumas galerias, quem sabe ele não te ajuda a consegui um emprego.
Eduarda fica quieta tentando assimilar tudo que ouvia, mas só conseguia pensar em Gabriel parado ali na sua sala sem camisa.
...


Hospital São Lourenço. De tarde.
Lucas e Maria Madalena estão no corredor que da acesso a sala de espera onde Beto e Anita estão esperando.
Madalena: Espero um pouco – disse virando para Lucas que caminhava ao seu lado.
LUCAS: O que? Você está bem?
MADALENA: Estou, mas precisamos conversar.
LUCAS: Acho que agora não é uma boa hora.
MADALENA: Acho que nunca vai ter hora para o que eu tenho para falar.
LUCAS: Tudo bem.
MADALENA: Eu vou ser grata a você pelo resto da minha vida, por você está aqui hoje e por tudo que você fez pelo meu filho...
LUCAS: Madá...
MADALENA: Deixa eu terminar.
LUCAS: Ok.
MADALENA: Mas você está aqui não muda nada o que aconteceu entre agente. Não muda o fato que você me enganou, não muda o fato de que você está com sua noiva novamente.
LUCAS: Foi o Beto que te disse isso?
MADALENA: Ele não precisou me dizer nada, eu vi vocês juntos em uma festa.
LUCAS: Que festa?
MADALENA: Isso não vem ao caso.
LUCAS: Claro que vem, você precisa me deixar explicar...
MADALENA: Não tenho não, eu não tenho mais nada a haver com sua vida, do mesmo jeito que você não tem mais nada a haver com a minha.
LUCAS: Madá! – disse tentando abraça-la, mas ela se afasta.
MADALENA: Lucas. Eu preciso que você vá embora.
LUCAS: O que?
MADALENA: Você continuar aqui não vai me fazer bem. Eu preciso ficar só.
LUCAS: Só com o Beto?
MADALENA: E se for!
LUCAS: Você não pode tá falando serio! – disse tentado se aproximar dela novamente. Uma lágrima sai do seu olho.
MADALENA: Estou sim! – disse esticando a mão em sinal de pare para Lucas.
LUCAS: Você tem certeza disso?
MADALENA: Tenho.
LUCAS: Tudo bem então. Quando o Léo acorda da um beijo nele por mim ok.
Ele se vira e começa a caminha em direção a Saída do hospital.
Quando Maria Madalena vê Lucas virando em um corredor, ela se encosta na parede e se abaixa até sentar no chão, chorando por ter que se afastar o homem que ama mais uma vez.
MADALENA: Me desculpe Lucas... – Ela para um momento por causa do choro. – Vai ser melhor assim – disse dessa vez tentado se converse do que tinha acabado de dizer.
...


Cemitério. De tarde.
Barbara se levanta pega a garrafa vazia de champagne e a joga na lapide, mas a garrafa não quebra. Ela pega a garra mais uma vez e a joga novamente, mas novamente a garrafa não quebra.
BARBARA: Que Ódio! - grita furiosa.
Ela pega a garrafa de novo, e começa a bater com a garrafa no túmulo varias vezes.
BARBARA: Quebra! – disse batendo com a garrafa no túmulo mais uma vez. Quebra!
COVEIRO: A senhora esta bem? – pergunta o coveiro que foi verificar de onde vinham aqueles gritos.
BARBARA: Estou sim! Por quê? Uma mulher não pode esta revoltada com o marido porque ele morreu não.
COVEIRO: Me desculpe senhora, mas já estamos fechado a senhora precisa ir embora.
BARBARA: Eu vou embora quando eu quiser – disse se sentando no tumulo mais uma vez.
COVEIRO: Mas senhora já estamos fechando.
BARBARA: Eu não quero nem saber. Não vou embora e pronto.
O coveiro vai embora.
...


Hospital São Lourenço. De tarde (por volta das 18 horas).
Maria Madalena entra na sala de espera ainda meio chora. Beto e Anita se levantam e vão ao encontro dela.
BETO: Você está bem?
ANITA: O Léo? Aconteceu alguma coisa?
MADALENA: Não, está tudo bem sim.
BETO: Então porque você está assim? E o Lucas?
ANITA: Cama Beto! – disse ao percebe o que tinha acontecido. – Ela deve está assim por ter conseguido ver o filho, ela só está emocionada e preocupada.
BETO: Entendi.
MADALENA: Obrigado! – ela sussurra para Anita.
...


Cemitério. De tarde (pouco depois das 18 horas).
SEGURANÇA: Senhora o cemitério está fechado, preciso que a senhora se retire – disse o segurança que veio acompanhado do coveiro.
BARBARA: Eu já falei pra esse ai, que vou embora quando eu achar que devo – disse apontando para coveiro.
SEGURANÇA: Senhora se a senhora não se retirar eu terei que tira-la a força.
BARBARA: Tenta se for homem – disse se deitando de costas no túmulo e tentando agarra-lo.
COVEIRO: Acho que ela tá louquinha.
BARBARA: Quem está louquinha aqui – disse se levantando e ficando em pé em cima do túmulo.
Senhora me desculpe – disse se aproximando dela e pegando-a no colo a força.
BARBARA: Me Solta! Me Solta! – ela grita. – Você sabe quem eu sou? Eu posso acabar com a sua vida. Está me ouvindo? Eu posso acabar com a sua vida!
...


Estacionamento Hospital São Lourenço. De Noite.
Lucas sai do hospital, olho por céu estranhado por já está de noite, para no estacionamento ao lado do carro, Abre a porta e entra.
Dentro do carro volta a chorar inconformado que das coisas acabarem assim.
LUCAS: Eu não vou desisti. Dessa vez não vou deixar que ela me afaste.
Ele abra a porto da carro e sai com intenção de volta para dentro do hospital.
O Telefone dele toca dentro do bolso da calça. Ele pega e atende.
LUCAS AO TELEFONE: É ele! – disse em resposta a pergunta da pessoa do outro lado da linha. - É minha mão. O que aconteceu? – ele espera pela resposta. – Presa? Mas como? – ele balança a cabeça, inconformado com que está ouvindo. – Eu sei sim onde é sim, eu já estou indo.
...


Casa da família Barreto. De noite.
Lucas chega à casa da mãe acompanhada por ela, após, tira-la da cadeia.
BARBARA: Não precisava me trazer em casa, eu já estou bem.
LUCAS: Bem! A senhora foi presa por fazer bagunça alcoolizada no cemitério e chama isso de está bem.
BARBARA: Mas eu estou sim!
LUCAS: A senhora teve sorte do Dr. Ferrazo ter consigo agilizar sua soltura, por pouca a senhora não passa a noite na cadeia. 
BARBARA: Que exagero!
LUCAS: Exagero! Nem vou falar nada.
BARBARA: É melhor mesmo. Vou subir pro meu quarto – disse subindo a escada.
LUCAS: Tudo bem. Aproveite para tomar um banho para tirar esse cheiro de bêbada e de cadeia que está impregnada em você, eu chamei o Dr. Jorge Fonseca e ele já deve está chegando.
BARBARA: Você fez o que? – disse parando no sexto degrau da escada.
LUCAS: Chamei o Dr. Jorge Fonseca para te examinar.
BARBARA: Eu não preciso ser examinada.
LUCAS: Mas vai ser mesmo assim.
...


Hospital São Lourenço.
MADALENA: O Vinicius não está aqui? – disse a perceber que ele não estava ali na sala de espera.
ANITA: Ele precisou ir pro ARES, mas disse que volta.
MADALENA: Foi muito legal da parte dele, ter vindo até o hospital.
ANITA: Pois é! E ele ainda por cima me deu o dia de folga para ficar aqui com você.
MADALENA: Falando nisso. Eu vou ficar a noite toda aqui, acho que vocês deveria ir pra casa – disse se dirigindo tanto para Anita quanto para Beto.
ANITA: Imagina, não vou te deixar sozinha aqui.
BETO: Nem eu.
MADALENA: Não Beto. Pelo menos você deve ir para casa descansa. – Ele disse olhando para ele. Ao percebe que ele ia falar algo ela continua: - Não se preocupe eu vou ficar bem com a Anita
BETO: Tudo bem então, mas volto amanhã de manhã, para da uma folga para a Anita.
...


Casa da família Barreto. Quarto Barbara. De noite.
Barbara entra no quarto e se joga na cama. Mas logo se levanta.
BARBARA: O que você está fazendo aqui! – disse assustado ao vê Edgar saindo do Banheiro.
EDGAR: Eu vi para vê com você está – disse saindo do banheiro e caminhado em direção a Barbara. – Eu sobe que você foi presa.
BARBARA: O que você quer?
EDGAR: Eu já falei que vim ver com você está.
BARBARA: E como você soube sobre a minha prisão.
EDGAR: Do mesmo jeito que sabia sobre o caso do seu marido João, do filho dele com aquela garota, ou até mesmo como sei do seu caso com o motorista – ele sorrir. – Como você ta se rebaixando – disse balançando a cabeça.
BARBARA: Você mandou alguém me vigiar.
EDGAR: Mais é claro, não posso deixar que você atrapalhasse meus planos.
Barbara se senta na cama.
EDGAR: O que deu em você para tentar matar o garoto.
BARBARA: Fiz o mesmo que você, eu tentei tirar uma pedra do meu caminho.
EDGAR: Cuidado com o que fala!
BARBARA: Porque, tá com medo de que alguém saiba a verdade, que alguém saiba que você matou o meu marido.
EDGAR: Não se esqueça que você está envolvida nisso tanto quanto.
BARBARA: Porque eu fui burra e me deixar enganar por você.
EDGAR: Te enganar! Eu não te enganei em nada, você sabia de tudo o que ia acontecer. Você sabia muito bem o que estava fazendo quando dispensou os empregados e abriu a porta para que o homem que eu mandei fizesse o serviço e sabotasse o carro do João.
...


Continua...


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Bernado

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Idade : 27
Cidade : São Paulo

MensagemAssunto: Re: Maria Madalena || Capítulo 45   30.11.13 15:01

Cara que raiva que deu de vê a Maria dispensando o Lucas, depois dele ter oferecido o ombro e o sangue.
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diogo2013
Prata


Idade : 26
Cidade : São Paulo

MensagemAssunto: Re: Maria Madalena || Capítulo 45   30.11.13 19:18

A Bárbara está ficando louca.
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MensagemAssunto: Re: Maria Madalena || Capítulo 45   

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Maria Madalena || Capítulo 45
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